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Quem está do outro lado

Quem atende, faz e mantém é a mesma pessoa.

Programo desde os 8 anos, num TK85. Passei pelos provedores que levaram a internet ao Brasil, abri um negócio de balcão e voltei. Hoje, quem entende o seu problema, escreve o código, cuida do servidor e responde o WhatsApp sou eu.

Jeferson ainda jovem, trabalhando em um rack de servidores
No começo de tudo, montando servidor, muito antes de virar moda.

Já estive do seu lado do balcão

Passei quatro anos longe do desenvolvimento tocando uma hamburgueria temática: hambúrguer artesanal, cerveja boa e cultura motociclista. Foi intenso, difícil e me ensinou o que nenhum curso ensina: fornecedor que atrasa, caixa que não fecha, funcionário que falta e cliente esperando resposta às nove da noite. É a mesma dor que os meus clientes vivem todo dia. Quando eu digo que entendo, não é figura de linguagem.

De onde vem a mania de organizar

A paixão pela programação chegou quase junto com a alfabetização: o primeiro computador foi um TK85, relíquia dos anos 80. Aos 14 eu já dava aulas de informática. Depois vieram os provedores que levaram a internet ao Brasil, e foi ali que aprendi que sistema que cai às três da manhã é problema de gente, não de máquina: alguém precisa estar do outro lado, e precisa saber onde olhar.

  1. Africanet
  2. Soteris Provider
  3. Globalsite
  4. ZAZ
  5. Terra

Nesses anos passei por negócios de todos os tamanhos, do comércio da esquina à grande corporação, sempre com o mesmo objetivo: tirar a ideia do papel e deixá-la funcionando. Hoje, de volta às origens, junto desenvolvimento, design e estratégia para entregar a solução inteira, com um resultado que dá para medir: marca mais forte, processo mais leve, venda maior.

Como eu trabalho

Sem intermediário e sem repassar o seu projeto para terceiro. Quem conversa com você é quem escreve o código, configura o servidor e sobe a campanha, e é quem vai atender quando algo quebrar, com o contexto inteiro na cabeça, sem você repetir a história.

O que mudou nesses anos foi a velocidade: hoje se constrói rápido. O que não mudou é a parte difícil: entender o negócio e decidir o que precisa existir. É nisso que eu sou útil, e é por isso que o diagnóstico vem antes da proposta.

Jeferson Fernando Bittencourt hoje
Hoje: mesma obsessão, outra barba.

Três coisas inegociáveis

  • Feito direito

    Prefiro entregar acima do combinado a entregar no limite do aceitável. Detalhe malfeito volta como problema seu, não meu, e eu vou estar aqui quando voltar.

  • Resultado

    Presença digital não basta: ela precisa puxar cliente, economizar tempo ou reduzir erro. Se não dá para medir, é enfeite.

  • Parceria

    Meus clientes ficam anos, não meses. Isso só acontece quando o combinado é claro e o problema do outro vira problema meu de verdade.

Conte o que precisa funcionar.

Se o seu negócio merece rodar sem depender de heroísmo, conte o que está travando. Você recebe um diagnóstico honesto, inclusive se a resposta for que ainda não precisa de sistema nenhum.

Pedir um diagnóstico